i almost do
Quero uma casa à beira-mar
Com vista para a neve no alto da Serra.
Ao fim do dia quero sentir o sol a queimar
E ao amanhecer a neblina a aparecer.
Quero uma casa no alto da serra,
Com vista para o oceano.
Desejo sentir a neve no inverno,
Caneca de café a aquecer a mão.
Quero uma casa no meio do campo,
Estrelas à noite a fazer constelação,
O galo para acordar,
Mosquitos para adormecer.
Quero uma casa no meio da cidade,
Ver os desconhecidos a deambular,
Vê-los à chuva, vê-los a correr
E vê-los a perder o ar.
Um caderno onde escrever,
Sobre as artimanhas da solidão,
Sobre o verde do mar,
O azul do céu e o branco da neve.
Um diário onde chorar,
Sobre o ombro de alguém,
Um tu que não me quebre com a facilidade de boa intenção.
Quero fazer um puzzle do planetário,
E peça
A peça,
E mais peça encontrar.
Não tu, não eles,
Só eu para me amar.
Com vista para a neve no alto da Serra.
Ao fim do dia quero sentir o sol a queimar
E ao amanhecer a neblina a aparecer.
Quero uma casa no alto da serra,
Com vista para o oceano.
Desejo sentir a neve no inverno,
Caneca de café a aquecer a mão.
Quero uma casa no meio do campo,
Estrelas à noite a fazer constelação,
O galo para acordar,
Mosquitos para adormecer.
Quero uma casa no meio da cidade,
Ver os desconhecidos a deambular,
Vê-los à chuva, vê-los a correr
E vê-los a perder o ar.
Um caderno onde escrever,
Sobre as artimanhas da solidão,
Sobre o verde do mar,
O azul do céu e o branco da neve.
Um diário onde chorar,
Sobre o ombro de alguém,
Um tu que não me quebre com a facilidade de boa intenção.
Quero fazer um puzzle do planetário,
E peça
A peça,
E mais peça encontrar.
Não tu, não eles,
Só eu para me amar.
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